Será que os robôs precisam mesmo se parecer com os seres humanos?
Uma pesquisa científica e a declaração de uma empreendedora acabam de resumir bem a encruzilhada ante a qual a robótica parece paralisada.Antes vista como a "segunda computação", quando os robôs deveriam estar tão presentes nos lares de todo o mundo quanto os computadores, o campo ainda está distante de qualquer coisa como um "robô pessoal".
De um lado, equipes de cientistas tentam fazer verdadeiras máquinas humanas, mesmo reconhecendo o quanto isto está longe da realidade.
De outro, uma pesquisadora-empresária argumenta que, se é para a robótica ser prática, então os roboticistas devem ser práticos.
Ao menos por enquanto, a razão está claramente com um dos lados.
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Robótica precisa de senso de realidade

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